Não há como escapar das minhas armadilhas.
Sou uma máquina do revés
Atropelo- me no tempo
Desconheço-me nela
Que faz e depois lembra
Que só fez por que esqueceu
Da emoção que sentia
Quando nada rimava
Mas ela sabia que não sabia
Mas era.
Não sabia não ser
Tinha que continuar
E continuar nada mais era que permanecer no atropêlo da minha, sua própria confrontação. Marta Wanderley jul/2008
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
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