quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Hoje estava dormindo e meu cachorro entrou manso,silencioso e discreto como quase sempre ele é.

Eu cochilava num sono superficial e percebi, mas mantive-me na escuta e observação,quase uma meditação.E pensava comigo mesma:prá que falar se ele entende?as vêzes a necessidade de falar vem da necessidade de sermos entendidos.Mas eu me sentia muito bem entendida por ele...

Meio com sono,meio acordada pensei:o que me faria levantar daqui?Lembrei de Kurt Lewin.Lembrei de Carl Rogers,Grupo de Encontros.Lembrei dos "processos",dos meus processos,aquele era um,rsrsrs.

Lembrei de novo: o que me faria "A Cor Dar" ou dar minha cor,o meu tom a vida.

Aí sim,tive um ânimo enorme para acordar e a cor dei,rsrsrs.

É muito bom esse negócio de desejar estudar sobre gente,gente junta ,por que não se juntam e por que se separam.

Toda vez que termino um texto tenho impulso de mandar beijos,pensando que estou escrevendo uma carta.Então lá vai,

Bjs.

P.S.Isso me lembra uma vez que eu fui a São Paulo e na hora de descer do táxi por um tris não dei dois beijinhos no taxista.Não que isso tenha problema mas não costumo dar beijos tão rápido em quem não conheço.Lá vou eu de novo:beijos.

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